As 5 forças de Michael Porter - Fast Food
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Ano de 1979 do século XX, um ano igual a qualquer outro, mas com seus diferenciais. Foi neste ano que a Santa Madre Teresa de Calcutá ganhou seu Nobel da paz, nesse mesmo ano que a ESPN tomou pela primeira vez a tarde de um homem, e por incrível que pareça, nevou no Deserto do Saara.
Mas nenhum desses fatos foi tão influenciador para o futuro do empreendedorismo quanto à concepção de um novo modelo gerencial para o futuro da industria.
Foi Michael Eugene Porter, um professor de administração em Harvard, que criou o modelo de cinco forças. Um método estratégico que utiliza cinco fatores excenciais para analisar o mercado e suas dificuldades.
Atualmente qualquer empresário que precise análisar uma forma eficaz de entrar em determinado mercado, antes de começar a mexer os pauzinhos ele terá de usar o modelo de cinco forças para avaliar seus competidores.
As Cinco Forças
O modelo é baseado em alguns fatores que influenciam diretamente a industria de determinado produto ou serviço, levando em considerarão o seu nível de influencia(positiva ou negativa) na industria, que é inversamente proporcional à vantagem do empreendedor que queira entrar nesse negócio. E na maioria dos casos o que é bom para a industria não é apenas ruim para o futuro empresário, mas também para o consumidor final daquele determinado produto ou serviço.
Análise da Industria do Fast Food.
Barreira de Entrada. ( - )
Não é difícil entrar no jogo do Fast Food, o investimento não precisa ser muito grande, e os métodos gerenciais de sucesso são bem conhecidos, logo, os grandes empresários dessa industria tem que se preocupar, pois qualquer hora pode nascer um fenômeno que vai mudar o mundo que conhecemos. Podemos dizer que a barreira de entrada é fraca, então é negativa pra industria.
Fornecedores ( +, - )
Existe uma dependência muito grande de fornecedores, geralmente o produto principal das grandes empresas da área é produzido por ela, mas a matéria prima fornecida é altamente concorrida. Porém, segundo Porter a mão de obra também deve ser levada em consideração nesse tópico, e na industria da “comida rápida” a mão de obra não é qualificada, é extremamente barateada, assim deixando nosso tópico no “mais ou menos”.
Clientes ( + )
Infelizmente os clientes diretos do “império do hambúrguer, batatas fritas e refrigerante” não tem a mínima força contra a industria, o que é extremamente bom para eles e ruim para todo o resto.
Substitutos ( - )
Os possíveis produtos substitutos existem, e não são poucos. Todos os dias novos produtos são criados com objetivo de satisfazer novos clientes, de forma rápida e eficiente. Comida congelada e o hamburguês de forno são exemplos de substitutos.
Rivalidades entre os competidores ( - )
A concorrência é desleal e muito grande, existiu uma época em que meia dúzia de empresas dominavam o mercado, mas atualmente, existe fast food de tudo e para todos.
Os preços tem grandes diferenças, e à nível local, algumas dessas empresas mudam até o próprio cardápio, para não ficarem para trás.
ESCM
Análise de Sistemas 1
Gabriel de Paula Tavares Dantas.
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